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Regulador de crescimento Tuval® melhora manejo e aumenta produtividade na cultura do algodão

23/11/2020

Produtores investem no Tuval® com o intuito de equilibrar o crescimento do algodoeiro para aumento de produtividade

colheita mecanizada de algodão

Ciclo muito longo, stand de plantas desuniforme, apodrecimento dos frutos e consequente perda de produtividade são alguns dos efeitos negativos enfrentados pelo produtor de algodão quando o algodoeiro apresenta crescimento excessivo. Nesse contexto, é fundamental o uso de reguladores de crescimento, como é o caso do Tuval®, para que a plantação não sofra perdas em qualidade, quantidade e lucratividade.

O produto, também conhecido como fitorregulador, é um dos mais tradicionais dentro do mercado e um dos pioneiros neste tipo de tecnologia. Com lançamento em 1981, apresenta-se como um dos mais longevos insumos agrícolas do mercado brasileiro, com formulação específica para aplicação nos algodoeiros e atuação em variedades de crescimento menos e mais vigorosos.

O regulador de crescimento é muito utilizado em solos com maior fertilidade, especialmente em locais com colheita mecanizada, já que é capaz de uniformizar o tamanho das plantas. Também é uma opção mais moderna para substituir a técnica manual de regulação de algodoeiro, a chamada capação.

No passado, antes dos anos 90, a colheita de algodão era manual e a produção se localizava em pequenas e médias propriedades, principalmente na região Sudeste. Com a criação de novas cultivares, bem como a introdução mais acentuada da colheita mecanizada, a cultura de deslocou para a região central do Brasil e o uso de fitoreguladores se transformou em prática quase obrigatória no manejo.

Como funciona?

O algodoeiro herbáceo, da espécie Gossypium hirsutum, apesar de ter porte reduzido, quando comparado a seus parentes arbóreos, pode crescer de modo vigoroso e heterogêneo. Esse crescimento excessivo é prejudicial para os produtores de algodão, já que traz consigo um ciclo mais longo e dificuldades de manejo e, consequentemente, a perda de produtividade e qualidade das fibras.

Uma das estratégias para evitar esses problemas é o manejo do crescimento do algodoeiro através da aplicação de fitorreguladores, como o Tuval®, em especial durante épocas de chuvas excessivas.

"O Tuval® possui ação sistêmica, atuando na síntese das giberelinas, substâncias responsáveis, entre outras funções, pelo alongamento celular. Assim, o produto reduz o crescimento vegetativo da cultura, direcionando a energia para os processos reprodutivos, possibilitando adequar o espaço entre plantas e consequente ganho de produtividade", explica José Pereira Quirino, Coordenador Técnico da Microquimica Tradecorp em dois dos principais estados produtores de algodão, o Mato Grosso e o Mato Grosso do Sul.

Com o uso do produto, o intuito é manter as plantas com uma altura máxima de até 1 metro e meio. Esse tamanho, além de auxiliar na qualidade do produto, facilita na hora da colheita e do manejo, que é feito de forma mecânica.

"Além disso, mantém um equilíbrio entre as partes vegetativas e reprodutivas, tornando-as mais harmônicas. Ou seja, regula altura e comprimento de ramos reprodutivos, compactando a planta no geral, sejam aquelas com crescimento mais ou menos agressivos", continua José Quirino.

A cultura do algodão no Brasil

Os dados mostram que a cultura tem números expressivos no Brasil, necessitando de produtos e tecnologias próprias como forma de assegurar uma produtividade cada vez maior. Atualmente, o Brasil é o quinto maior produtor de algodão do mundo e possui a maior produtividade mundial, em sistema de sequeiro, conforme informações da ABRAPA (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão).

Os dados do CONAB mostram que a safra de 2019/2020 registrou uma área plantada de 1 milhão e 668 mil hectares no Brasil, mantendo o país entre os cinco maiores produtores mundiais nos últimos anos, com uma produção de 2,89 milhões de toneladas de pluma e 4,3 milhões de toneladas de caroços na última safra. Com isso, a Microquimica Tradecorp espera se consolidar ainda mais no mercado com o Tuval® e suas outras soluções fisiológicas e nutricionais, acompanhando o crescimento e desenvolvimento da cotonicultura brasileira, reconhecida também pela elevada qualidade das fibras.


Além desses dados, o Brasil é um dos maiores exportadores mundiais e o líder em produtividade no algodão de sequeiro. Também há, no território, um amplo mercado consumidor para o algodão em suas diferentes técnicas, o que mostra um cenário muito promissor para a cultura. Mas o grande aumento dos últimos anos, em especial nas duas safras anteriores, se deve a uma demanda do mercado internacional, em especial China e Vietnã.

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